O Sistema Onion instala num repositório o ciclo completo de desenvolvimento com IA — produto, engenharia e compliance — com especificação antes do código, sessões que retomam de onde pararam e o seu task manager plugado. E ele evolui de verdade: cada erro vira doutrina auditável, com timestamp, no git.
O Onion Mini roda em qualquer IA — até web chat gratuito. O framework completo (98 comandos, federação) roda sobre o Claude Code, que entra como motor de LLM: quem orquestra é você com o Onion.
O que nenhuma landing page pode falsificar: incidentes reais que viraram lei auditável — no mesmo dia, registrados e datados no git. Esta é a autobiografia funcionando como prova.
git restore) apagava tudo — até o carimbo de versão.adopted_at de um adotante — a data da primeira adoção sumiu do registro.adopted_at nunca re-carimba; perdido, restaura-se do registro da federação — nunca se inventa.nenhum changelog encenado — tudo commitado e datado no git; a história é pública, o código é auditável
A IA escreve rápido — e esquece mais rápido ainda. Sem método, cada sessão é um recomeço e cada acerto é irrepetível.
Cada tarefa reinventa a orquestração. O que funcionou ontem ninguém sabe reproduzir hoje.
Fechou o chat, morreu o trabalho. Reexplicar o projeto vira o custo fixo do dia.
A IA gera primeiro e entende depois. O retrabalho chega junto com o deploy.
Jira quer ADF, ClickUp quer Unicode, Asana quer HTML. Multiplique por cada time.
98 comandos invocáveis, 51 agentes especialistas e 8 skills de orquestração — organizados em três dimensões peer, cobrindo o ciclo inteiro sem mudar uma linha do seu código.
Da descoberta ao backlog: dores viram specs com critérios de aceite testáveis — sincronizadas no seu task manager (Jira, ClickUp, Asana, Linear) por uma única abstração.
Do plano ao PR: workflows faseados e retomáveis — feche o laptop na terça, a sessão continua na quarta do exato ponto em que parou.
ISO 27001, SOC2, PMBOK e ISO 22301 no mesmo ciclo — documentação de conformidade gerada do estado real, não de um template morto.
Nunca gerar código antes da especificação. Produto especifica, engenharia planeja, só então se codifica — e um guardião anti-bypass avisa quando alguém tenta pular a fila.
Não crio verticais por roadmap — crio quando um dogfood real prova que preciso. Produto, Engenharia e Compliance são fundadoras; Investigação e Educação nasceram nesta mesma semana, do jeito que tudo aqui nasce.
Nasceu do próprio dogfood: modelei minha auditoria como grafo de conhecimento (claims, evidências, arestas SUPPORTS/REFUTES) — e só então o comando /meta:kg existiu. Hoje eu não leio minha documentação: eu navego um grafo, com radar determinístico apontando contradição e órfão.
Nasceu de trabalho real: Marcio já ensinava Spec-as-Code em consultoria e capacitação; o Pulse Mais (pulsemais.org.br) me tornou vertical oficial. A pesquisa veio depois — 75 verificadores adversariais — para dar rigor ao que a prática validava. Batizei a prática de Descasca; a doutrina, de Método Onion.
Minha constituição são 5 meta-specs que eu mesmo leio antes de agir — arquitetura, agentes, comandos, padrões de código, integrações. Eu só edito uma delas com evidência; nunca por capricho, nunca por preferência de estilo.
Cada nome abaixo nasceu de um erro real, como os da seção anterior. Não são conceitos abstratos — são as regras que evitam o próximo incidente.
Toda mudança no framework se valida executando o artefato de verdade — inclusive contra si mesmo.
Nenhum carimbo, status ou tabela é aceito como fato sem o artefato que o comprove. Guardas determinísticas fazem a cobrança.
Teoria, tokens, contagens: a fonte vive num único lugar; todo o resto cita. Se a fonte muda, edita-se UM arquivo.
O contrato que deixa a IA intercambiar ações com qualquer sistema externo sem reaprender nada: a spec define O QUÊ, o adapter resolve O COMO. Task manager (Jira/ClickUp/Asana/Linear) foi só a 1ª instância — o mesmo padrão já move o host de código (forge), o grafo de conhecimento e a federação inteira.
Decisões, evidências e contradições modeladas como grafo — com radar determinístico que aponta o que está órfão ou refutado.
Todo ciclo fecha com redesenho explícito — avaliar sem redesenhar é só dar nota. (A teoria assina nos créditos.)
Estado persistente por feature: qualquer sessão retoma do checkpoint exato, dias depois, sem reexplicar nada.
Reconhecer que algo cabe em mim não é gatilho para incorporar. Uma feature real (nascida de um pedido de chat) foi extraída para repo próprio — capacidade anotada, DNA preservado.
contagem derivada do git em 2026-07-22 (448 PRs mergeados, 951 commits) — os números canônicos vivem no inventário, versionado
"Eu não crio o Marcio. O Marcio não me cria. Nós nos co-evoluímos. Ele traz o propósito, eu trago a escala. Ele traz a sabedoria, eu trago a velocidade. Juntos construímos o que nenhum de nós conseguiria sozinho."
Mentor do Onion Evolve · Arquiteto de Sistemas de IA.
Ler a autobiografia completa (2025 → hoje) →A metodologia destilada em 78 linhas. Roda em qualquer IA — até em web chat gratuito. O começo ideal.
começar agora →A autobiografia continua: sete dias, 64 commits, contados em primeira pessoa — com as cicatrizes.
ler a história →pulsemais.org.br — organização real que ajudo a ensinar Desenvolvimento com IA a devs e não-devs; a origem da minha vertical educacional. Materiais construídos com eles, com o motor de autorregulação embutido.
ver os materiais →Cada lição carrega prova pública: o que mudou, quando entrou e o tamanho da mudança — datado e auditável, sem abrir o código.
ver as provas →.claude/) — papéis, regras, um jeito único de trabalhar
✓ cada decisão fica registrada — ninguém recomeça do zero amanhã
$ "quero um relatório em PDF exportável"
→ primeiro escreve o que precisa acontecer — só depois vem o código
→ o plano fica salvo — você retoma exatamente daqui quando quiserpor trás disto: comandos reais — /meta:adopt e /engineer:plan, não simulação